E então, por que não começamos antes que o brilho da lua se acabe, esquecendo as luzes da cidade?
Você sabe o que preciso
Provocando-me com seu caminhar
Sabe o que quero
Fascinando-me com seu olhar
E toda noite no meu quarto
Quando tenho você por perto
Com sua pele e seu suor
Sua garra e sua ambição
Esqueço-me das luzes da cidade que brilham lá fora
Até porque, tudo o que preciso queima aqui dentro
E então, por que perdemos tanto tempo?
E então, por que não começamos antes que o brilho da lua se acabe?
Mas antes de tudo,
Não me deixe ir sem fazê-la sorrir
Antes que acabe, não me deixe ir sem ao menos dizer
Que vejo flores em você
The ArchAndroid, novo disco de Janelle Monáe, o novo fenômeno da música americana, chega as lojas apresentando um laboratório musical, onde todos os ingredientes parecem ser adequados.
O novo sempre é uma surpresa. A experiência nem sempre é compreendida para os que aguardam o resultado final, ainda sim, Janelle Monáe, nascida no Kansas, Estados Unidos, não teve receios e misturou tudo em seu novo álbum The ArchAndroid – 2010, lançado após dois anos de seu primeiro EP, Metropolis: The Chase Suite.
Em sua primeira faixa, quando se espera pela música mais tocada nas rádios, eis que surge a canção Suite II Overture, lhe convidando para uma apresentação orquestral, expondo desde a primeira nota, o que será um disco cheio de experimentos.
Com uma gravação sem pausas de uma música a outra, as primeiras batidas adequando-se ao hip-hop surgem em Dance or Die, segunda canção do disco. Monáe demonstra que além do grande experimento musical, sua poderosa e mutante voz faz crer que a cantora é mesmo de outro mundo, como afirmou o rapper e produtor Puffy Daddy.
Estilo Janelle Monáe de ser
Usufruindo de melodias futuristas e uma boa dose de funk e neo-soul, uma reminiscência de James Brown e Michael Jackson, se faz presente em Tightrope, música cartão de visitas da cantora, com a participação de seu padrinho musical Big Boi, vocalista da Banda Outkast.
Como sua música, seu estilo não poderia ser tão normal. Geralmente com ternos, gravata borboleta, sapatos brilhantes e um belo topete, Janelle Monáe está longe de ser comparadas a divas como Beyoncé e Rihanna, aproximando-se mais de cantoras como Santigold, Lady Gaga e M.I.A.
Quem busca por novos estilos, artistas e até, por que não, experiências, certamente Janelle Monáe é a pedida ideal. Seu disco está nas lojas desde abril.
Salve, salve nossa rainha e, brasileira, Maria Bethânia!
Escutando hoje “Eu Não Existo Sem Você”, música de Vinícius e Tom, fiquei estático com a tal dimensão e elegância usada por ela para corroer em palavras, esse troço que é tão complicado de entender, o amor.
Abaixo letra e música para conhecimento.
Maria Bethânia – Eu não existo sem você
Eu sei e você sabe
Já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo
Levará
Você de mim
Eu sei e você sabe
A distância não existe
E todo grande amor
Só é bem grande
Se for triste
Por isso meu amor
Não tenha medo de sofrer
Pois todos os caminhos
Me encaminham
Pra você
Assim
Como o oceano
Só é belo com o luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim,como viver
Sem ter amor
Não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo
Sem você
Sempre fui muito fã de Teatro Mágico. Conheço a ‘trupe’ desde 2005/06. Perdi várias oportunidades de ir em suas apresentações, ainda sim, posso afirmar que é muito bom. Amigos que puderam ir me contaram emocionados. A verdade é que essa mistura de música, poesia, teatro e artes circenses vão de frente com o que sempre procurei, desejei ou se quer um dia alcancei. Encantam, emocionam e renovam qualquer ser. Do coração mais duro ao mais manteiga, Teatro Mágico supera!
Abaixo um vídeo e letra, que acho sensacional e que é capaz de mudar muitos.
Teatro Mágico – Vigília (Letra para acompanhar abaixo do vídeo)
Milagre, milagre!
O milagre que eu esperei nunca me aconteceu
Mas não há de ser nada, pois eu sei que a madrugada acaba quando a lua se põe
Os meus sonhos estão todos na UTI
Esperanças já não há
Os milagres estão todos em coma
E eu? Eu sigo só, só me resta esperar
Faço vigílias todas as noites, do quintal da minha casa
Eu dou conta de todas as estrelas
Certa vez eu dei falta de uma delas
Cadê a porra da estrela que tava ali?
Ah, é uma estrela cadente
Ela é cadente… A estrela
Eu tive cinco…
Eu tive cinco segundos para fazer a minha prece e fiz, e fiz, e fiz
Enquanto estava de olhos fechados
Enquanto estava de olhos fechados
Eu imaginava os meus sonhos acordando
Eu imaginava a esperança batendo na porta da minha casa
Enquanto eu estava de olhos fechados a estrela caia
Perdeu a sua luz no fundo do mar
E eu? Eu sigo só? Só me resta esperar
Eu faço vigílias todos os dias, do telhado da minha casa
Eu dou conta de todas as ondas
Eu torço para que uma delas saia do lugar
Para que eu possa ver brilho de luz no fundo do mar
Brilho de luz no fundo do mar
Estrela a brilhar, sonhos a sorrir, milagres acontecendo
Esperança de pé
Mas não…
Mas não há de ser nada…
Pois sei que a madrugada acaba quando a lua se põe
A estrela que escolhi não cumpriu com meu pedido
Pois caiu no mar e se apagou
Se souber nadar… Faz o favor…
O milagre que eu esperei nunca…
Quem sabe só você para trazer o que já é meu.
Continuação…
Teatro Mágico – Não há de ser nada
Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
O abraço de um vampiro é o sorriso de um amigo e mais nada
Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
A estrela que eu escolhi não cumpriu com o que eu pedi
E hoje não a encontrei
Pois caiu no mar, e se apagou
Se souber nadar, faça-me o favor
O milagre que esperei nunca me aconteceu
Quem sabe só você
Pra trazer o que já é meu
Brilha onde estiver
Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé
Quem não gosta da perfeita combinação de voz e violão? Eu adoro! Graças a Deus tenho amigos que entendem bem do assunto e me presenteiam com ótimos momentos. Amigos que chamo de Janaína Holland e Patrício Leal, aquele abraço! Abaixo dois vídeos singelos e interessantes sobre os dois. Abraço, JF.