Frutuoso, o contista!


Sinto falta…

Por hoje ser dia das crianças, comecei a pensar sobre algumas coisas que sinto falta em minha vida. Coisas que fizeram eu ser o que sou hoje. Coisas que talvez não voltem mais. Abaixo, pequena lista (Lembrando não estar completa) das coisas que sinto falta.

Sinto falta das minhas tarde no quintal de casa.
Sinto falta do meu pai e da minha mãe.
Sinto falta da minha Vó.
Sinto falto do Chico, meu avô.
Sinto falta dos meus primos, primas e sobrinha.
Sinto falta do meu irmão.
Sinto falta do verão e do sol.
Sinto falta do céu todo azul.
Sinto falta do mar.
Sinto falta da bruma de maracujá.
Sinto falta da brisa.
Sinto falta da falta de coisas para fazer.
Sinto falta do colegial.
Sinto falta de andar sozinho de carro.
Sinto falta de cantar com o coração.
Sinto falta de conhecer novas coisas.
Sinto falta de novos amigos.
Sinto falta da coragem de mudar.
Sinto falta da minha vergonha na cara.
Sinto falta da casa da minha Vó.
Sinto falta da rua em que morava.
Sinto falta dos campos de futebol cheios de barro.
Sinto falta das pipas no céu.
Sinto falta de comer pão de queijo.
Sinto falta de ir para Extrema.
Sinto falta de Cantar Legião Urbana.
Sinto falta do Cazuza.
Sinto falta de tomar açai.
Sinto falta dos amigos da Poli.
Sinto falta da Estação Ciência.
Sinto falta de jogar RPG com o Tiaguinho, Denis, Denilson e Charles.
Sinto falta de jogar e perder no Boliche.
Sinto falta de rachar o bico.
Sinto falta de dormir de mão dada com meu pai.
Sinto falta de fazer e receber cartinhas de amor na escola.
Sinto falta dos campeonatos da escola.
Sinto falta das tardes jogando dominó com meus primos.
Sinto falta de gritar ‘Trucoooo ladrão!!!’.
Sinto falta de não passar bronzeador na praia e levar tapas que ardiam.
Sinto falta de sumir sem avisar os pais e levar bronca.
Sinto falta de travar o elevador do prédio.
Sinto falta de andar com o Paçoca e sua cachorra, Susi.
Sinto falta dos campeonatos de vídeo game no prédio.
Sinto falta dos gibis da Turma da Mônica.
Sinto falta de irritar meu irmão.
Sinto falta de pegar o Santana/Ceasa.
Sinto falta do Mandaqui.
Sinto falta de ficar até altas horas no ponto de ônibus esperando a Karina ir embora.
Sinto falta do Tio Lau e seus passarinhos.
Sinto falta do meu Avô Frutuoso que sempre impôs respeito.
Sinto falta de pedir para minha vó Tereza descascar laranja e deixar tampinha.
Sinto falta da novela Rei do Gado.
Sinto falta de dar o dedinho para alguém e puxar – para o cachorro não fazer coco.
Sinto falta da piscina de 2000 mil litros que eu e meu irmão fazia a festa.
Sinto falta dos jogos de copa do mundo de 94.
Sinto falta de assistir TV na madrugada.
Sinto falta de declarar meu amor.
Sinto falta de receber brinquedos em meu aniversário e natal.
Sinto falta dos jantares em casa com vela.
Sinto falta dos Mamonas Assassinas.
Sinto falta das minhas Tartarugas Ninja.
Sinto falta das aulas de Biologia do Marcão.
Sinto falta das aulas de Geografia do Eduardo.
Sinto falta de tocar sem saber, violão.
Sinto falta de andar com roupas nada a ver e não se achar o ridículo.
Sinto falta de cantar Mama África, de Chico Cesar.
Sinto falta de sentir o cheiro de gasolina logo cedo.
Sinto falta de Salvador.
Sinto falta de Acarajé.
Sinto falta de Pipoca Doce.
Sinto falta de ver a cidade de cima.
Sinto falta de escrever para o meu blog algo que todos possam ler.
Sinto falta de jogar Rouba Monte.
Sinto falta do Jogo da Vida.
Sinto falta das risadas com o Davi no Santana.
Sinto falta de nadar correndo do meu irmão ao imitar um tubarão na piscina.
Sinto falta de ouvir Jack Johnson e desejar ser como ele.
Sinto falta de assistir algo e poder chorar sem vergonha.
Sinto falta do Cezar, amigo do Emílio Siqueira, onde eu recebia ‘Leve Leite’.
Sinto falta das loucuras do Robertinho e suas crises.
Sinto falta de cortar o cabelo com máquina e ouvir minha mãe falar um monte.
Sinto falta de andar de patins.
Sinto falta de cada imitação que meu pai faz.
Sinto falta de comer Dogão da Helena com o Davi no Vila-Lobos.
Sinto falta dos ditados mineiros do Seu Ivair.
Sinto falta dos meus textos de auto-ajuda sem noção.
Sinto falta de fazer rap com meus primos.
Sinto falta de comer feijão antes do arroz.
Sinto falta de Pokémon.
Sinto falta de agitar as meninas para meus amigos.
Sinto falta da neblina na janela do meu quarto.
Sinto falta da fumaça ao sair da minha boca nos dias frio.
Sinto falta das risadas exageradas da Karina.
Sinto falta das minhas experiências na cozinha.
Sinto falta de fazer meu macarrão secreto.
Sinto falta de brincar de cabana com meus primos e amigos.
Sinto falta de Cavaleiros do Zodiaco.
Sinto falta de fingir que estava chorando só para minha mãe parar de bater.
Sinto falta de ouvir a Nova Brasil FM nos sábados de limpeza com minha mãe.
Sinto falta das músicas gospel que me fizeram conhecer Jesus.
Sinto falta do refrão: “Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada…”
Sinto falta de dançar no banheiro.
Sinto falta de beijar o espelho.
Sinto falta de chamar os caras de maconheiro. hahaha.
Sinto falta do Rio de Janeiro.
Sinto falta de ver as nojeiras do meu tio Tuka.
Sinto falta das trilhas macabras que fizemos em Socorro.
Sinto falta de ficar até altas horas jogando conversa pro ar.
Sinto falta de brincar com meus primos de escolher carro.
Sinto falta de assistir Jaspion, Power Ranger e Changeman.
Sinto falta de fazer as pessoas chorarem com meus textos de esperança, amor, amizade.
Sinto falta dos gelinhos de sucos cheios de conservante.
Sinto falta dos doces de Cosme e Damião, comidos inocentemente.
Sinto falta de ler João e o pé de Feijão.
Sinto falta da inocência que tive um dia.
Sinto falta dos meus bonequinhos dos Comandos em Ação.
Sinto falta do LEGO.
Sinto falta das lágrimas de felicidade.
Sinto falta de um amor de verdade.
Sinto falta de ouvir novas histórias.
Sinto falta de abraçar meu Deus.
Sinto falta de sentir uma paixão no peito.
Sinto falta do fogo aceso dentro de mim.
Sinto falta do sorriso sincero de uma criança.
Sinto falta dos heróis e seus castelos.
Sinto falta das tarde em frente à TV.
Sinto falta da Sessão da Tarde.
Sinto falta do pão com ovo.
Sinto falta de andar descalço.
Sinto falta de tomar banho de mangueira.
Sinto falta de fazer à maior lambuzeira chupando manga vermelha.
Sinto falta de tocar a campainha dos outros e sair correndo.
Sinto falta de jogar vídeo game a tarde toda.
Sinto falta de fazer lição de casa.
Sinto falta de levar lancheira pra escola.
Sinto falta das excursões do pré.
Sinto falta a Tia da Perua.
Sinto falta de bater figurinha.
Sinto falta de cantar no chuveiro.
Sinto falta de molhar o banheiro inteiro.
Sinto falta de fazer careta no espelho.
Sinto falta de tomar Yakult.
Sinto falta de comer Miojo.
Sinto falta de babar no travesseiro.
Sinto falta do Glub-Glub.
Sinto falta de dormir até tarde.
Sinto falta de escovar todo o cabelo.
Sinto falta de chorar quando minha mãe passava o pente fino.
Sinto falta de contar piolho.
Sinto falta de prender vagalumes no pote de maionese.
Sinto falta de armar armadilhas para pegar passarinhos.
Sinto falta de plantar sementes.
Sinto falta de olhar para o nada.
Sinto falta de jogar bola na rua.
Sinto falta de jogar a bola no telhado.
Sinto falta de andar de bicicleta.
Sinto falta de ser um bom atleta.
Sinto falta dos Contos de Fada.
Sinto falta das Aventuras do Tintim.
Sinto falta do Doug.
Sinto falta do Castelo Rátibum.
Sinto falta da hora que minha mãe chegava em casa.
Sinto falta do pé de romã em minha casa.
Sinto falta de sentar na escada.
Sinto falta de ouvir os passarinhos cantar.
Sinto falta de imitar os pássaros cantar.
Sinto falta de tocar minha bateria de panelas.
Sinto falta correr e machucar a canela.
Sinto falta de chorar ao pensar em Deus.
Sinto falta de chorar em pensar em amar alguém.
Sinto falta de chorar ao pensar na morte das pessoas que amo.
Sinto falta de copiar palavras de revistas e colar frases no caderno.
Sinto falta de desenhar minha fazenda tão sonhada.
Sinto falta do verde da mata.
Sinto falta de descer a serra no Fusca amarelo do meu pai.
Sinto falta das colônias de férias em Ubatuba.
Sinto falta do meu avião de isopor.
Sinto falta de dormir em cima da prancha de surf.
Sinto falta de Ilhabela.
Sinto falta de Bombas e Bombinhas.
Sinto falta de novas fotos.
Sinto falta de altas cores.
Sinto falta de leite com groselha.
Sinto falta de Honey Cereal.
Sinto falta de tomar Nescau antes de o meu pai ir trabalhar.
Sinto falta da comida da minha mãe amassada com maionese.
Sinto falta de fazer minha mãe dar risada.
Sinto falta de dormir no sofá.
Sinto falta dos acampamentos da Igreja.
Sinto falta dos amigos que sumiram no mundo.
Sinto falta do frio na barriga ao falar com aquela menina.
Sinto falta de montar quebra-cabeça.
Sinto falta de ganhar do meu irmão e primos no futebol do Play e SNES.
Sinto falta de jogar Maior Bros e Donkey Kong.
Sinto falta de assistir Carrossel.
Sinto falta de me imaginar rico.
Sinto falta das aulas de inglês.
Sinto falta da professora de português, Edna.
Sinto falta da professora de Educação Artística, Salete.
Sinto falta dos tempos que descia a 12 de Outubro com os amigos de escola.
Sinto falta quando comprava várias coisas em barraquinhas de camelôs.
Sinto falta de quando cantava Zezé de Camargo e Luciano, Leonardo, João Paulo e Daniel…
Sinto falta de ter dinheiro na conta.
Sinto falta de cantar Arte Popular.
Sinto falta das partidas de futebol no Prédio.
Sinto falta de ouvir meus amigos me chamando de Tchupão.
Sinto falta dos tempos de Counter-Strike bombando nas Lans-house.
Sinto falta de System of a Down tocando no máximo.
Sinto falta dos amigos de congresso. Caio, Paulinho, Daniel, Jéssica…
Sinto falta dos amigos do Piquiri, Edson, Nedved, Wesley, João…
Sinto falta dos carrinhos de rolimã.
Sinto falta das modinhas de escola.
Sinto falta dos desenhos como, Samurai X, Dragon Ball…
Sinto falta de jogar Vinagrete na comida da minha prima.
Sinto falta de competir quem comia mais no jantar.
Sinto falta dos bolinhos de chuva da minha Vó.
Sinto falta da risada do meu Avô, Chico.
Sinto falta da vitamina do meu Avô, antes de dormir.
Sinto falta de pedir dinheiro para todo mundo.
Sinto falta de comer pastel na feira.
Sinto falta do Mc. Lanche Feliz.
Sinto falta das lojas de R$1,99.
Sinto falta dos plásticos que comprava para casa.
Sinto falta dos uniformes limpos da escola.
Sinto falta de chorar cantando louvores a Deus.
Sinto falta de conversar com a Jé, Super-Amiga.
Sinto falta de me apaixonar por alguém de verdade.
Sinto falta de sorrir, gargalhar, gritar.
Sinto falta sentir Deus movendo as águas dentro de mim.
Sinto falta de ânimo para agir.
Sinto falta brincar de polícia e ladrão.
Sinto falta das minhas arminhas de feijão.
Sinto falta das minhas caixas de sapato que viravam brinquedos.
Sinto falta dos Orkontros da Bola de Neve.
Sinto falta de ouvir a igreja toda empolgada cantando.
Sinto falta do cheiro do xampu que minha mãe usava.
Sinto falta de criatividade para inventar histórias.
Sinto falta de fazer redações com Tema Livre.
Sinto falta dos dias que levava brinquedo para a escola.
Sinto falta das quintas-feiras que cantava o hino nacional.
Sinto falta das aulas de educação física.
Sinto falta das paqueras.
Sinto falta da brincadeira de Maça, Uva ou Salada Mista.
Sinto falta da Bruna Valente.
Sinto falta de ter medo dos caranguejos da praia.
Sinto falta de ir ao Pico do Jaraguá.
Sinto falta de ir para casa da minha tia em Cotia.
Sinto falta do meu tio Israel.
Sinto falta dos meus álbuns de figurinha.
Sinto falta de acreditar nas pessoas.
Sinto falta de dizer ‘eu te amo’.
Sinto falta de ter amigos honestos.
Sinto falta de saber o que eu realmente quero.
Sinto falta de sorrir lendo alguma coisa boba.
Sinto falta do Caetano, meu paizão do trabalho.
Sinto falta da pureza de uma criança.
Sinto falta de abraçar alguém.
Sinto falta de imaginar coisas nas nuvens.
Sinto falta de ir ao cinema.
Sinto falta do ICQ.
Sinto falta do Show do Milhão.
Sinto falta do Tico e Teco.
Sinto falta de me sentir alegre.
Sinto falta de fazer guerra de travesseiros com meu irmão.
Sinto falta de dormir de tarde com a janela aberta.
Sinto falta de poder ajudar os outros.
Sinto falta de ser magrinho.
Sinto falta de ouvir que estou em fase de crescimento.
Sinto falta de jogar bolinha de gude.
Sinto falta de ir ao zoológico.
Sinto falta de ir ao Playcenter.
Sinto falta de jogar fliperama.
Sinto falta de jogar sinuca e tomar tubaína.
Sinto falta de comer salgadinhos de isopor.
Sinto falta de comer Ana Maria.
Sinto falta de dizer que preciso de Deus.
Sinto falta de ser dependente de outras pessoas.
Sinto falta de não ter dívidas.
Sinto falta de fingir que tocava bateria.
Sinto falta de me achar o tal.
Sinto falta de ouvir minha sobrinha me chamar de titio.
Sinto falta de pegar meu primo no colo e jogá-lo ao alto e vê-lo sorrir, pedindo mais.
Sinto falta da cachorra das minhas avós, Mile e Shyrra.
Sinto falta do Chico, meu cachorro salsicha.
Sinto falta dos peixes em casa.
Sinto falta do Mujo, Litoral, Cabeção.
Sinto falta do futebol no sabadão de tarde.
Sinto falta ir para o trabalho ouvindo rádio, Band, Sucesso (Cidade), Gazeta, Transamérica…
Sinto falta de molhar o pirulito no açúcar.
Sinto falta do seriado do Kevin Arnold.
Sinto falta do Kenan e Kell.
Sinto falta do Davi, meu amigo louco.
Sinto falta de sentir mais saudade.
Sinto falta das aulas de filosofia.
Sinto falta de dizer que moro na Freguesia do ó.
Sinto falta das festas das nações na praça da Matriz.
Sinto falta das meninas da rua do meu pai.
Sinto falta da turma da faculdade.
Sinto falta de sentir vergonha.
Sinto falta da memória que me fez chegar onde estou.
Sinto falta de me importar com tudo o que sinto falta.
Sinto falta de …

SINTO FALTA DE VIVER!

E você, do que sente falta?

Tente lembrar das coisas que te fazem feliz. De tudo o que você sente falta. Muita falta. Vai ser uma boa terapia para sua vida.

Júlio Frutuoso



É verdade…
09/03/2009, 10:54
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De frente para o mar
Tudo é paz
Tudo é gostar
Podendo apenas imaginar

De frente para o mar

Quando chego ali, descalço
Considero-me sortudo
Cheio de mundo
Cheio de mar

Para explorar
Navegar
Para amar
E para sempre sonhar

Para sempre sonhar

Meu mundo não tem razão
Sem essa paixão
De se entregar
Ao perfeito jeito de amar.

Júlio Frutuoso



Não dessa vez…
17/12/2008, 13:29
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Não sou mais as rodas.
Porque agora sou a estrada.
Não preciso mais voar como um tapete.
Porque agora, sou o céu!

Meu destino é azul.
Assim como o mar que me faz navegar.
Meu ar é cada dia.
E cada dia vivo com alegria.

Desafiado para chegar a algum lugar.
Sem medo de tentar e na certeza de ganhar.
Estou de partida sem olhar.

Insignificantes.
Atrasados.
Doentes e desamparados.

Não!
Não irão me segurar!

Júlio Frutuoso



Diante do mar…
28/11/2008, 20:13
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Salvador

Vamos combinar…

Quem é que não enxerga um novo ciclo de vida diante de um mar infinito como este da foto. Ainda mais agora que estamos chegando perto da virada do ano. Exatamente quando começamos a fazer reflexões de vida. Reflexões e projetos para o próximo ano. Mar este, que se localiza em Salvador, Bahia.

Quando falo de viver o melhor da vida é disso que estou falando. Acredito que nunca deixarei de dar valor para as obras de Deus. Ao olhar para esse mar consigo sonhar sem cansar. Engraçado, mas parece que neste mar vejo todos os segredos para o meu ‘eu’ crescer.

Nesse mar posso ver a confiança que poderia me faltar em uma apresentação para o chefe. A brisa que é soprada me faz respirar um novo ser dentro de mim.

Sei que muitas pessoas já deixaram de enxergar a vida assim. O mar é apenas o mar. NÃO QUERO ISSO PRA MIM!

O mar é fonte de vida. De sonhos, pois Deus foi quem o fez. Deus é a fonte de tudo e Deus está na natureza. Deus está em sua criação.

Ter o melhor da vida é enxergar as obras de Deus e sentir prazer em vivê-las. Ah, isso sim é vida boa! Agora, vamo se bora comer um acarajé.

Júlio Frutuoso



Sonhos macabros…
07/10/2008, 10:25
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Diversos sonhos tem me acordado no meio da madrugada. Me assustado. Até mesmo machucado.

 

Esses dias ao se assustar em um sonho, minha cabeça foi lançada na parede. Ao acordar com o choque, sangue! Parede com textura.

 

Porém, meu ultimo sonho ainda causa interrogações em minha cabeça. Sonhei que estava com dois amigos meu. Paulinho e Paulo Ricardo. Não os vejo há muito tempo.

 

Estávamos deitados em cima de pranchas de surf em pleno oceano. Mar aberto e sem ondas. Água gelada, entretanto, agradável. Ficamos ali conversando por algum tempo.

 

Logo nos demos conta que estávamos longe demais da praia. Praia? Não, não tinha praia! Estávamos em mar aberto, se lembra? No meio do nada.

 

Paulo Ricardo disse que era melhor voltarmos. Começamos a remar.

Nossos braços pareciam motores de um poderoso Mustang. Algumas remadas e já víamos a praia.

 

Quando me dei conta, estava sozinho! Quando desci da prancha e pisei no chão, senti muita dor. Gritei! Gritei muito de dor! Ao olhar meu pé, havia um cavalo marinho. Pois é brother, um cavalo marinho. Em água salgada e rasa.

 

Ele havia penetrado minha pele. O esmaguei dentro do meu pé.

 

Uma sensação horrível. Um cavalo marinho que mais parecia um camarão. Sei lá, estranho! Tudo muito estranho!

 

Nessa hora, graças a Deus, acordei! Não acordei bem. Fiquei algum tempo parado. Pensando. Tentando entender. Em vão. A coisa mais rara do mundo é entender um sonho.

 

Bom dia é o que espero.

 

Bom dia!

 

Júlio Frutuoso | Never Alone |

 



Ainda temos tempo II…
21/08/2008, 15:57
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Acredite em mim, se as pessoas não plantam mais o amor, eu não farei o mesmo!

Se elas não querem mais falar comigo, tudo bem, mas quando mudarem de idéia ainda estarei aqui!

 

O mundo não é sujo o suficiente para plantarmos inveja, fome e corações partidos?

O mar não é belo demais para o deixarmos sozinho? O céu e seu radiante azul, namorando o brilho do sol não são o bastante para te fazer enxergar que dias melhores virão?

 

Um animal e toda a sua inocência não mostram para você que podemos tentar novamente?

Pois é, podemos! Deus nos dá chance atrás de chance. Aquela pessoa que você diz que não mudará nunca, pode nesse momento mudar.

 

Não somos donos dos perdões e das condenações. Isso cabe a Deus. Não se ache o que nunca poderá ser. Juiz!

 

Apenas viva! É, isso mesmo. Viva a vida da melhor maneira possível.

 

As ondas do mar continuam lá. O sal da areia continua lá. O ar fresco das árvores continua lá. A luz do sol não parou de te olhar. Você irá brilhar! O que é preciso para você acreditar? Você terá todo o tempo para aproveitar. Comece a remar no sentido certo! Se deixe levar por um instante.

 

Continue olhando. Olhe agora ou depois, mais continue olhando. Foque seu destino.

 

O que você precisa é ser como criança. Acreditar e não ver os impossíveis que o mundo nos prega!

 

Júlio Frutuoso | Never Alone. Never!