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Arquivo da tag: J. Frutuoso

Pedido a uma estrela cadente…

Eu vejo um avião voando e penso em fazer um pedido
Como se fosse uma estrela cadente
Eu só quero fazer um pedido

Dei a ti muitas doses do meu melhor vinho
Dei a ti meu mais forte calor
Mas você…
Você não o suportou, nem se quer se entregou

E por isso que quando eu rever aquele avião
Como se fosse uma estrela cadente
Eu farei um pedido

Alguém que mereça o meu melhor amor!

Júlio Frutuoso

 
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Publicado por em 1 de julho de 2010 em J. Frutuoso

 

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Palavras de uma madrugada. Amor e Medo…

Palavras de uma madrugada.

Quais seriam elas? Diante de um silêncio ensurdecedor, quais palavras eu deveria usar? Pela terceira vez escrevo palavras que serão deletadas assim que eu chegar ao final de mais uma folha.

De outro lado, uma pessoa me espera acordada. Ela devia ter o meu amor agora. Mas algum inseto do medo me picou e eu simplesmente corro dela. Ela deve saber o quanto eu gosto dela, e por mais que não seja da característica dela, ela luta por mim. De uma maneira discreta, mas ela luta por mim.

Acho que é isso que eu queria falar. Que o medo e o amor estão presentes ao mesmo tempo. Dentro de um mesmo espaço. Espaço esse que agora se chama coração. O mesmo espaço que a mente. E lá, de um lado com espadas afiadas, o medo. Do outro lado, com poucos soldados corajosos a vencer a batalha, o coração.

Essa guerra talvez esteja só no começo. Talvez, com atitudes e sementes, o amor possa se engrandecer diante ao medo. O medo deveria saber que quando o coração quer alguma coisa, não importa o tempo que demore, ele consegue.

Ainda sim, teimoso e orgulhoso como ele só, o medo volta a visitar o coração, porém, jamais ficará para o próximo verão. Com um coração firme, o medo estará sempre de partida. O coração, hoje e sempre, é lugar para aqueles que buscam a plena felicidade no amor.

Talvez seja isso. Talvez as minhas palavras da madrugada sejam essas. Onde o silêncio impera, ouve-se um grito afirmando que, onde há amor, há batalhas vencidas. Sem medos, sem dúvidas, apenas amor.

O galo cantou e minha madrugada acabou. Uma pena que termine assim, sem essas palavras servirem para mim.

Júlio Frutuoso

 
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Publicado por em 4 de junho de 2010 em J. Frutuoso

 

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O Amor em uma Noite de Luar…

Certa vez, caminhando sozinho pela praia
Diante de um belo luar
Um velho homem chegou a me questionar

Sobre o amor, poderia me falar?

Então eu respondi:
Desculpe senhor, eu não sei o que é amar
Ainda que soubesse
Para que me serviria?

Não é ele quem nos faz sofrer?
Com dores no peito, não é ele quem não nos deixa esquecer?
Não, eu não sei o que é amar, senhor!

Foi então que ele me disse
Que em uma noite como aquela
Sem destino navegou
Como um bom veleiro, no meio do mar chegou

Com seu coração apertado
Para mim contou
Que na busca pelo amor, quase se matou
As lágrimas forçaram, e então ele chorou

Por todos os lados o amor procurei
Nunca se quer uma ponta dele achei
Apenas desilusão
Uma imensa escuridão

Mas você…
Limpando as lágrimas, continuou

Você o encontrará!
E quando esse momento chegar, mais forte que as ondas desse mar, você será!
Como um pássaro, poderá voar
E diante de tanta paz, pra sempre com o amor viverá!

Sem resposta alguma
Comecei a me lembrar
Que quando eu nasci
Minha mãe disse que em uma noite de luar, eu iria brilhar!

Júlio Frutuoso

 
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Publicado por em 21 de maio de 2010 em J. Frutuoso

 

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Amigos de Talento…

Quem não gosta da perfeita combinação de voz e violão? Eu adoro! Graças a Deus tenho amigos que entendem bem do assunto e me presenteiam com ótimos momentos. Amigos que chamo de Janaína Holland e Patrício Leal, aquele abraço! Abaixo dois vídeos singelos e interessantes sobre os dois. Abraço, JF.

Janaína Holland – O Telefone Tocou Novamente

Patrício Leal – Pode Crer

 
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Publicado por em 6 de maio de 2010 em J. Frutuoso

 

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Meu caminho…

Meu único caminho é você
Pra ti sigo sozinho
Não olho se quer para trás
Pois em ti está meu ninho

Quanto mais acelero
Mais é que te quero
E por todos os lugares que passei
Nada como você jamais encontrei

Sua pele na minha é tão quente
Que quando toca meus lábios
Como aguardente, torno-me dependente

Nesse destino que sigo não há trajetos
Os desvios nunca foram abertos
E em todas as paradas que enfrentei
Sempre sai com mérito

Tento sem você encontrar ar
E quando me lembro
Tenho certeza que só contigo
Consigo respirar

Sigo em frente nesse divino caminho
Seus desejos matarei com todo carinho
E quanto mais vou imergindo
Mais viverei sorrindo

Júlio Frutuoso

 
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Publicado por em 5 de maio de 2010 em J. Frutuoso

 

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